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Fernando Miguel e Gatito são monstros

Flávio Dias por Flávio Dias
27 de agosto de 2020
em Cotidiano, Esportes
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Confira as vias de Vila Velha que serão interditadas para a Festa da Penha a partir deste sábado (14)

Igreja do Rosário, na Prainha, em Vila Velha. Foto: PMVV.

Martín Silva foi um grande goleiro para o Vasco. Bicampeão carioca (2015 e 2016), colocou fim a um pesadelo sob as traves, já que o clube vinha sofrendo com nomes como Diogo Silva e Michel Alves. O uruguaio ficou cinco anos em São Januário e representou bem a tradição de grandes goleiros do Vasco, time que já teve, entre outros, Barbosa, Andrada, Mazzaropi, Acácio e Carlos Germano.

Jefferson é o maior ídolo recente da história do Botafogo. Por mais de uma vez, foi a “Estrela Solitária” do clube. Chegou à Seleção Brasileira, foi tricampeão carioca (2010, 2013 e 2018) e ganhou também uma Série B do Brasileiro (2015). Com 459 partidas, é o goleiro com mais jogos pelo Fogão. Unanimidade.

Jefferson é unanimidade na torcida do Botafogo (Foto: Vítor Silva/Botafogo)

Substituir qualquer um dos dois não é missão das mais fáceis. Mas dois jogadores toparam o desafio e têm se saído muito bem!

Gatito Fernández assinou com o Botafogo no fim de 2016. Jefferson ainda estava lá, mas já convivia com problemas físicos. O paraguaio chegou para o lugar do Sidão. Deu tão certo que ganhou a posição de titular mesmo quando o ídolo Jefferson voltou a jogar. Não é para qualquer um!

Defesas espetaculares, pênaltis defendidos e boa postura valeram uma identificação com a torcida alvinegra. Melhor goleiro da Copa do Brasil de 2017, Gatito foi campeão carioca em 2018 pelo Fogão. E continua, invariavelmente, sendo o melhor campo.

O Botafogo de Paulo Autuori não encanta. O técnico é um dos poucos que são “canonizados” por grande parte da mídia (jornalistas e comentaristas) brasileira. Não importa se o time joga bem ou não, os elogios a Autuori estão sempre lá. O trabalho à frente do Botafogo é bom, mas nada mais do que isso. Tanto é que Gatito continua garantindo pontos e classificações importantes.

Gatito pelo Botafogo contra o Paraná na Copa do Brasil (Foto: Vítor Silva/Botafogo)

Foi assim mais uma vez na Copa do Brasil, com a classificação para a quarta fase. O Botafogo venceu o Paraná por 2 a 1, no Durival Britto, e avançou (havia vencido o jogo de ida por 1 a 0, no Nilton Santos). E, apesar de uma arbitragem no mínimo confusa, tem que dar muitos créditos ao Gatito.

Daqui pra frente, o funil fica mais apertado. E tenho certeza de que o goleiro paraguaio vai continuar sendo o grande nome do time alvinegro. Com todos os méritos.

Fernando Miguel

A situação é bem parecida com o que acontece no Vasco. Fernando Miguel chegou ao clube durante 2018 e assumiu a posição após lesão de Martín Silva. Não saiu mais e foi um dos responsáveis por segurar o Vasco na Série A naquele ano. Em 2019, titular absoluto, foi campeão da Taça Guanabara.

E, assim como Gatito faz no Botafogo, o barbudo Fernando Miguel virou especialista em milagres sob as traves. É um baita goleiro!

Fernando Miguel pega pênalti e classifica o Vasco na Copa do Brasil (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

Também na Copa do Brasil, classificou o Vasco para a quarta fase. Primeiro, com boas defesas durante o jogo contra o Goiás. O time cruz-maltino, que havia perdido em casa por 1 a 0, venceu por 2 a 1 na Serrinha e a decisão da vaga foi para os pênaltis. Fernando Miguel, então, garantiu a classificação ao defender duas cobranças.

O Vasco de Ramon tem bons momentos. Mas ainda não está pronto. Na frente, depende exclusivamente do Germán Cano. Vejo que o melhor setor do time é justamente a defesa, com Leandro Castan e Ricardo Graça entrosados. E, quando a bola passa, Fernando Miguel está lá. Já é um ótimo ponto de partida para o recém-promovido técnico Ramon crescer e fazer o Vasco dar passos mais longos lá na frente.

Todo grande time começa por um grande goleiro e Vasco e Botafogo já têm os seus paredões. Mas é bom ajudá-los com times mais encorpados. Só pra variar um pouco…

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