A Justiça determinou a suspensão imediata de reajustes considerados ilegais concedidos a servidores da Câmara Municipal de Vila Velha, que chegaram a 386%. A decisão atendeu a pedido do Ministério Público do Espírito Santo, que identificou a criação de níveis salariais sem base legal e a incorporação indevida de gratificações temporárias ao salário-base.
Segundo a apuração, o impacto aos cofres públicos até julho de 2025 foi de aproximadamente R$ 2,5 milhões. O processo envolve a Câmara, o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Vila Velha, o ex-presidente do Legislativo Bruno Lorenzutti e outros 12 servidores, entre ativos e aposentados.
A decisão da 1ª Vara da Fazenda Pública determinou que valores pagos acima da remuneração de fevereiro de 2023 sejam depositados em juízo e que o IPVV recalcule aposentadorias já modificadas. Em nota, a atual gestão da Câmara afirmou que vai cumprir a ordem judicial e destacou que os atos questionados ocorreram na legislatura anterior.





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